AS ESTRUTURAS NEFASTAS DE CONTROLE POULACIONAL E SUA ERRADICAÇÃO




AS ESTRUTURAS NEFASTAS DE CONTROLE

POULACIONAL E SUA ERRADICAÇÃO



CONTROLE POPULACIONAL: CONCEITO LIMITADO AOS CONTROLES ESPÚRIOS DE FISCALIZAÇÃO E AUTO DETERMINAÇÃO





Sem ofender aos controles por arquétipos determinado e analisado por Hans Kelsen, em sua “Teoria pura do Direito”, Freud em sua conceituação de Id, Ego e Super Ego, mas enfoque é visão própria, respeitando conceitos anteriores, com a devida diferenciação para aplicação prática, o conceito parte da ideia da aceitação pessoal do líder a suas determinações espúrias, e, o correspondente silêncio.

Nos ambientes familiares matriarcais, patriarcais, e, as correspondentes sujeições de determinações de regras de coerção e correção de condutas, até a admissão de líderes extrafamiliares, nas escolas, na religião e nas políticas.

A concentração destas linhas decorre da aceitação da prática de maldades por líderes familiares e políticos e sua intrínseca relação.

Advoguei para família em que havia o controle materno, com 1 membro com dificuldades mentais, e, mais 4 membros sem este tipo de problema. Por problemas decorrentes da forma com que se enfrentam os problemas da vida, má orientação das agressividades recebidas, e, correspondente desorientação de quem recebe e rebate em desfavor dos demais membros, houve a desorientação que se irradiou, e, neste contexto, os demais membros sãos, se tornaram pessoas com dificuldades mentais.

A forma como membros responsáveis pela condução das famílias, sociedade e política tratam problemas, e, em consequência, os seus conduzidos irradia a forma com que recebem a mal distribuição de direitos e rendas,  e, direcionam as agressividades se traduzindo em expansão de problema de isolados em coletivos.

Os membros que são conduzidos se tornam dependentes, custam muito a reagir e sair se desvencilhando de formas comum de controles familiares de energia espúria, controle desorientado.

É muito comum em culturas latinas problemas familiares de estruturação financeira familiar se transformarem em problemas de geração em geração, e, por vezes não permitir por ação de necessidade de manutenção de energias de controle em envenenamento do necessário crescimento das gerações subsequentes.

É comum, também, estabelecer este controle mal direcionado a fatores sem controle como justificativa do controle espúrio, como por exemplo a fatores religiosos por interpretações mesquinhas de vontade divina, ou mesmo da condição política.

Crescer significa fugir do plano divino de salvação, com uso eloquente e deturpado de passagens de correção de conduta e associação destas ao não enriquecimento, no contexto religioso, e, no contexto político o exemplo de ladrões ser associado ao não crescimento.

Recebi agora de meu Professor George Daux, no WhatsApp a mensagem de Maquiavel que, em resumo, “ para combater a corrupção o povo precisará retroagir 20 ou  30 anos no Judiciário”; penso que é fundamental para esta virada que todos os povos elejam seus juízes por mandato único, criamos circo com Juízes ricos e milionários, distantes dos clamores de justiça dos povos, não há como referido sistema sobreviver, é modelo já morto, só falta ser enterrado.

Neste contexto, as empresas de comunicação social exercem papel fundamental, realizando o crescimento de pessoas isoladamente, como figuras escolhidas e pinçadas para a referência de que crescer é referência somente para escolhidas, não política de ação coletiva.

As empresas de comunicação social, que exercem papel de estado por autorização, mantém o controle do domínio de massas, e, não permite por ação de programação não inteligente, somente esperta, a ideia de que o crescimento e enriquecimento coletivo, que seria responsabilidade a mais e sem controle, é tarefa maléfica ou criminosa.

Manter lideres que saem do ambiente familiar como deturpadores, porém controladores, no seio da política é tarefa dos meios de comunicação social, servindo o povo de refém destes maus costumes.

Como exemplo muito claro desta ação, está a política de ação de separação de pais e filhos do presidente atual americano (que assume trejeitos de Hitler) e a resposta sensata do prefeito de Nova Iorque, buscando ter visão realista e sensata sobre o que as gerações vindouras pensam e julgam sobre as atuais gerações, e, como ninguém escapará deste julgamento.

Como esta ideia salvadora acabou realizando do caso isolado ideia de salvação dos domínios espúrios, ou seja, ninguém quer que seus filhos e netos tenham vergonha de sua pessoa, e, sobretudo, ser julgado como opressor e maldito pelos filhos e netos.

Ou seja, a visão das gerações futuras, como antevisão determina o quanto devemos e temos obrigação de sairmos das cascas e casulos, e, sim, buscar sempre mais e melhor dar a sua vida o melhor sentido existencial, e, sobretudo de crescimento pessoal respeitando o coletivo.

Visões que precisam com urgência determinar o pensamento coletivo de autodeterminação, não se pode alijar do crescimento todo e qualquer ser humano da terra, é inerente à condição humana, e, do próprio desenvolvimento da vida na terra, toda a vez que se assiste crescimento desordenado em favor de uma só pessoa ou de determinado grupo, com exclusão do crescimento coletivo, não se precisa ter muita inteligência para assistir os desmandos, desastres em consequências funestas de toda sorte, que denunciam as injustiças praticadas.

Não se precisa ir muito longe para comprovar este fato, basta observar onde existe concentração de renda, existem ao lado os alijados do crescimento como denúncia hábil a fazer das gerações futuras condenadores dos seus pais e avós concentradores ou coniventes.

Ninguém está a salvo de políticas injustas, basta praticar a concentração de renda e o egoísmo que, como consequência, a denúncia surge silenciosa, com o vizinho deplorado ou explorado vitimado de sua cota parte estar visivelmente demonstrando a todas suas minguadas condições de vida.

Desta maneira, não se pode buscar a consciência como elemento determinante de retomada do curso de vida, porque de alguma maneira quem explora, seja no ambiente familiar, social ou político, precisa de algo muito mais sério, e, isto decorre da visualização dos fatos ser controlada pelos grandes na geração em que se situa, mas com o inexorável fluxo e vinda de novas gerações, esta exposição e condenação será a pior herança que se poderá deixar.

Vi de 1 cliente que tinha sido vítima de outro explorador, que, quando o explorador morreu o explorado, com raiva passou a dedicar sua vida a falar a verdade e demonstrar que as homenagens compradas não tem valor algum, e, isto em larga escala com o desenvolvimento e acesso as mídias sociais é incontrolável, porque não se trata de expor a vexame, mas de falar a verdade, e, quanto a esta ninguém vai querer que seus filhos e netos saibam por terceiros que sua vida exposição e exploração a vítimas de economia concentrada e compra de controle de exposição por proximidade das redes televisivas, e, por vezes com compra de liberdade.

Tudo isto passa, o sistema criativo, neste momento ainda dependente de fatia mínima detentora da riqueza (0,5% no máximo de população explorando 99,5% da riqueza, terá este fator devidamente invertido, ainda que tenha sequelado as empresas decorrentes da nova produção industrial (a eletrônica), em face de necessário vinculo ao sistema financeiro dominante.

O sistema financeiro concentrado não atende as necessidades globais coletivas, demonstra a fraqueza de quem não quer dar oportunidade a todos, de modo que, em algum momento estará exposto, e, não sobreviverá a nova mecânica produtiva da nova geração da eletrônica.

O sistema atual, falho, criou o crescimento, mas deixou a falha da pirataria da internet, porque não é honesto, é concentrador e limitado, deste modo, não poderia crescer além do que cresceu, a nova onda de crescimento, com a eliminação da pirataria, não pode atender este modelo que age de forma sutil e reptiliana.

Qualquer modelo produtivo vindouro, não pode ceder espaço para os primeiros piratas, os concentradores, tão pouco, a quem surrupia da concentração, precisa ser consciente de que nenhuma força é maior, seja familiar, social ou política, à determinação de agir corretamente, e, quem age contra, não tem como sobreviver aos novos ciclos sociais, só quem integrar ao modelo de produção e distribuição justa de riquezas, de maneira sustentável, será lembrado com altivez, o resto só será alijado da história da humanidade.

Hélio Barreto

Brasil e vale para qualquer nação com o mesmo problema.

22 de junho de 2018

heliobsf@student.uc.pt

Comentários